Intercâmbio

5 comportamentos inusitados dos australianos

26 de maio, 2016 por

5 comportamentos inusitados dos australianos

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Quando você vive em um outro país por um tempo é inevitável presenciar comportamentos diferentes vindos dos nativos. A gente sabe que a cultura de um país é única e, quando estamos dispostos a morar em uma nova nação, precisamos respeitar os costumes, mesmo que eles sejam um pouquinho diferentes dos que estamos acostumados. Mas isso não quer dizer que não podemos estranhá-los e acharmos dignos de serem citados em um post exclusivo aqui no blog. Vocês estão prestes a conhecer os costumes mais estranhos e inusitados dos australianos e, se você acha que vai ler sobre como os australianos costumam andar descalços na rua, você está enganado. Venha se surpreender com as atitudes mais inusitadas dos moradores da terra do canguru.

1// Isso foi de longe o que mais me surpreendeu. E olha que não aconteceu só uma vez. Um dia caminhando para a escola me deparei com um homem bem arrumado catando um graveto do chão. Até aí tudo bem. O que estranhei foi o que ele fez em seguida. Sabem aquele espaço entre duas pedras ou cerâmicas das calçadas? Então, o homem estava usando o graveto para retirar bitucas de cigarro desses vãos para fumar mais tarde! Outra vez vi um casal fazendo a mesma coisa, retirando bitucas de cigarro de frestas no chão e colocando dentro de uma sacola que já estava pela metade de restos de cigarro. Quando comentei com meus colegas o que tinha presenciado, eles falaram que isso acontecia devido ao alto custo do maço de cigarro no país. O que as pessoas não fazem para sustentar um vício, não é mesmo?

2// É bastante comum a galera sair da escola, pegar o ônibus e descer direto nas praias mais populares de Sydney. E como nem sempre os jovens estão de roupa de banho, eles entram na água com a roupa íntima que tiverem usando mesmo. Já presenciei muitas meninas e meninos fazendo isso. Você acha que eles se intimidam com a transparência das calcinhas e cuecas? Não, não. Eles querem saber é de praia!

3// Toda cidade grande tem seus moradores de rua e em Sydney não seria diferente. O que me chamou mais a atenção é que eles fazem da mendicância uma profissão, com carga horária e tudo. Cansei de ver os mesmo mendigos chegando a seus pontos antes das 7h da manhã, descarregando seus pertences das malas, como colchão, travesseiro, copinho, etc, organizando o cantinho e começando o “trabalho”. O mais engraçado é que a maioria deles pede dinheiro em uma posição muito incômoda e bastante humilhante, de joelhos e cabeça baixa tocando o chão, como se tivessem rezando. Quando escurece, eles começam a recolher as coisas e vão embora. Um outro dia, passando eu e a Nay em frente ao Mc Donalds, vimos um morador de rua no chão com um laptop e dois celulares totalmente entretido em seus afazeres. Não estou dizendo que são todos assim e também não estou aqui julgando ou recriminando. Só estou contando o que vi de diferente e que isso de certa forma chamou a minha atenção.

4// Aqui no Brasil é bem comum vermos crianças novinhas passeando no colo dos pais, a pé ou em carrinhos. Acontece que na Austrália parece que elas não sabem andar, só acompanham os pais em carrinhos de bebê. Sério, cheguei a ver crianças de mais de 8 anos em carrinhos brincando com seus iPads enquanto a mãe se matava para empurrar a criança ladeira acima. A gente sabe que é muito mais prático bebês andarem de carrinho, mas acontece que quando as crianças não são mais bebês, alguma coisa aí está errada. Bora estimular essa garotada a trabalhar os músculos das pernas! Lembro que fiquei chocada quando vi isso porque era uma situação bastante comum no meu dia-a-dia.

5// A televisão aberta da Austrália se parece bastante com a brasileira, exceto pela quantidade de programas de culinária. Os australianos são fissurados em programas de culinária e é certeza que se você ligar a TV em qualquer emissora, algum competidor estará preparando algum prato para ser avaliados pelos jurados. Esses programas têm tanta aceitação do público que é bem comum ver propagandas espalhadas em diversos pontos da cidade.

Bem, pessoal. É isso. Espero que vocês tenham entendido que o propósito deste post não é julgar, nem reclamar e muito menos discriminar o modo de vida dos australianos. Só quis contar para vocês o que vi de mais inusitado durante o período que vivi por lá. Mas então, o que vocês acharam mais diferente? Alguém aqui já visitou alguma outra cidade, estado ou país e queira compartilhar o que considerou mais estranho? Eu adoraria saber mais nos comentários.

Um beijão e até a próxima.

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Dicas

6 blogs de DIY que você precisa conhecer #7

25 de abril, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Continuando com a seleção de blogs inspiradores, hoje eu apresento mais seis blogs de DIY com projetos super versáteis e fáceis de fazer. Caso você tenha perdido algum post desta série, clique aqui e se inspire com a coletânea dos melhores blogs de DIY da blogosfera.

The Merry Thought // The Craft Life // The Design Confidential

 

My Cakies // Little Inspiration // Always Rooney

E então, de qual gostaram mais? Eu gosto muito de todos e sempre os visito quando quero saber o que andam produzindo na gringa. Garanto que basta navegar um pouquinho por eles que sua cabeça vai fervilhar de ideias.

Espero que tenham gostado da seleção de hoje e até a próxima.

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OFF

Sobre minimalismo, falta de personalidade e inspiração

23 de abril, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Com toda essa repercussão sobre minimalismo, armário-cápsulas e perda de personalidade em troca de seguir uma moda, achei que era hora de fazer um post sobre o tema também.

Não é de ontem que nós percebemos que a vigência na decoração é a presença do cobre, do mármore, do cimento, dos canos e das suculentas, todos misturados numa coisa que chamam de industrial-escandinavo. Na moda, não se vê nada além do normcore, com suas blusas listradas, saias com botões, pins nas jaquetas jeans, camisetas estilo “escolar”, tattoo chocker, boxer braid, etc. Na fotografia, a ordem é claridade, sobriedade e minimalismo; e ai de não se manter o feed do Instagram organizado e coeso. No design de produto, geometrismo, cobre e industrial são as pedidas. No design gráfico, só se produz lettering em hotstamping acompanhado de folhas de monstera.

Mas onde eu quero chegar?

Que atualmente não se consome ou produz nada além disso; não se encontra mais personalidade nos produtos artísticos: todos abandonaram o que são em troca de ter um layout “minimalista” e um Instagram irreal.
Durante essa semana aconteceram duas coisas que me motivaram a escrever esse post. A primeira foi ter o Gema de Ovo citado pela Babee, em um desabafo sobre essa onda minimalista, como um blog inspirador e de personalidade. Na verdade, nunca tinha pensado no Gema e sua Identidade Visual como pertencentes a essa onda de sintetização e redução de informação, e ter visto ele ser citado como minimalista (e inspirador) foi uma surpresa para mim. O layout do Gema traduz o que eu e a Mariana somos como pessoas e designers: as cores usadas são as que nós mais gostamos; o logotipo foi elaborado a partir da minha letra, a pessoal, a que uso para assinar meus desenhos e contratos, e foi sempre assim desde o primeiro layout em meados de 2011; os grafismos que compõem o cabeçalho foram elaborados a partir de ilustrações nossas de desde quando éramos crianças, principalmente da época em que fazíamos mangá; as folhas e a mancha amarela (remete a pele de uma onça) representam a região Norte em que nascemos, e a constelação que compõe o cabeçalho faz referência ao nosso signo do zodíaco. Tudo isso foi pensado e elaborado durante muito tempo, bem antes dessa tendência minimalista, e representa quem nós duas somos e gostamos. É o nosso estilo como artistas e vai continuar sendo assim com o minimalismo em voga ou não. Dito isso, agora eu chego ao segundo fato que me fez escrever esse post.

Há alguns dias, uma pessoa que eu admiro muito na blogosfera mudou o layout do seu blog para um resultado muito semelhante à Identidade Visual do Gema, sob o pretexto de que estava homenageando o nosso trabalho por achar-nos inspiradoras. Um dos principais objetivos do Gema é realmente inspirar as pessoas, e por isso eu fico muito feliz, mas não dessa forma. Eu entendo muito bem a diferença entre cópia e inspiração: cópia ou plágio é a apropriação de alguma coisa ou parte dela; e inspiração, se basear em alguma coisa para produzir uma nova. Vejam bem, se basear, ou de acordo com o dicionário, servir de base para algo — o alicerce, e não a construção toda. Quando for se inspirar, abranja as referências para outras áreas e, principalmente, analise as suas próprias vivências. Não se pode se apropriar da ideia do outro, por mais interessante e inovadora que seja, e achar que está tudo bem só porque a tendência é essa. Propriedade intelectual, por mais que esteja disponível na web, continua sendo propriedade intelectual. A Identidade Visual do Gema é nossa propriedade, é resultado de uma reflexão interior, é a representação gráfica de quem são a Nayara e a Mariana. Não é porque a onda agora é layout minimalista que dá o direito de se imitar o do outro. A internet está virando uma vitrine de repetição e falta de originalidade que está me deixando preocupada. O pior de tudo é que por causa do minimalismo, e a errônea interpretação do que ele representa, eu perdi a propriedade da Identidade Visual do meu blog.

Concordo inteiramente com a Babee, com a Gabi e com a Bessie — não existe mais personalidade depois do minimalismo.

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Essas duas imagens são dos dois últimos cabeçalhos do blog, que ficaram no ar, cada um, pelo período de um ano aproximadamente. Apesar da época em que cada um foi implementado, é possível ver que se mantém uma certa identidade entre elas, principalmente pelo uso de manchas de pincéis, padrões por repetição, grafismos simples, sobreposição de manchas, cores fortes e contraste de espessura, em uma composição milimetricamente bagunçada, que é o ponto forte do nosso estilo.

Essas características não são só visíveis no layout do blog, também é fácil perceber nos produtos que desenvolvemos, como o caso dos caderninhos. Isso porque essa é a nossa identidade, é o nosso estilo, vem de dentro da gente e não de fora — faz parte na nossa personalidade expansiva —, e é por tudo isso que, para nós, ela é tão única e marcante. É muito desolador ver outra pessoa usando esses conceitos como se eles se aplicassem a ela.

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Mas, enfim, sinto que já me prolonguei demais sobre esse assunto.

Para aqueles que estão na transição para o minimalismo, eu deixo um recado: criem, não peguem atalhos, mostrem a sua essência e saiam do lugar comum. Minimalismo não se resume a lettering e a fundo branco; minimalismo é sintetização.

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Intercâmbio

Melhores momentos do intercâmbio

22 de abril, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão? Já estava com saudades de fazer essa saudação aqui no blog!

Depois de 5 meses do outro lado do mundo, estamos de volta! E uma das coisas que posso dizer sem pestanejar é que essa experiência foi a melhor coisa que aconteceu comigo. Conheci pessoas de vários lugares do mundo, experimentei comidas que nunca pensei que existissem, convivi com pessoas de diferentes culturas, vivi imersa em outra língua e aprendi a ser uma pessoa independente — o que considero o maior aprendizado.

Como gostaria que cada um de vocês estivessem com a gente nesse momento tão especial, trouxe aqui pro blog os melhores momentos do intercâmbio na Austrália. Mesmo que seja virtualmente, espero que vocês consigam se sentir em cada um desses lugares. E para contribuir ainda mais com essa onipresença, aperte o play na playlist do post anterior e só venha!

Essa primeira galeria tem fotos dos primeiros 3 meses de intercâmbio — quando eu estava morando em Sydney e a Nay, em Brisbane —, além da primeira semana que passamos a morar juntas. Um dos passeios mais legais que fizemos foi para o Morriset Park, um parque nacional repleto de vida selvagem! Para aqueles que ainda não tiveram a sorte de cruzar com o animal símbolo da Austrália, é só comprar uma passagem de trem e descer no parque: são centenas de cangurus selvagens que prometem fazer esse dia o mais divertido e inesquecível de todos. Embora eles sejam amigáveis e bastante calmos, recomendo que não os abracem por muito tempo, já que o risco de pegar carrapato é garantido.

Mais lugares lindos em Brisbane e Sydney. Um dos hábitos que adquirimos no intercâmbio foi o de pegar o ônibus sem destino e descer onde achávamos interessante. Foi assim com o subúrbio de La Perouse. E que grata surpresa, gente! Esse lugar é muito lindo, tranquilo e renovador! Além de um mini castelinho que acredito ser um museu, também encontramos uma praia bastante isolada e uma ponte charmosa que é point de pescadores.

Nunca perdíamos os passeios que a escola de inglês oferecia nas sextas-feiras, e um dos mais legais foi o passeio de bicicleta em Manly. Adoro conhecer lugares novos à pé, mas de bicicleta não tem igual. O vento no rosto, a velocidade da pedalada e a sensação de liberdade faz tudo ser vivido com ainda mais intensidade. Se um dia tiverem a oportunidade, conheçam um lugar novo de bicicleta, aposto que vocês vão adorar. Não precisa comprar uma, vários lugares alugam bicicletas por hora e no fim não sai tão caro assim.

Não dá pra morar em Sydney e não fazer os passeios no museu de cera da Madame Tussauds, visitar os animais selvagens no zoológico Wild Life e conferir os animais aquáticos no Sea Life Aquarium, todos localizados na Darling Harbour, o nosso xodó. Se tinha um passeio que eu nunca dispensava era o de visitar a Darling Harbour no finalzinho da tarde e já emendar a queima de fogos que acontece todo sábado. Sabe aquele tipo de passeio que nunca enjoa? Pois é! Esse era um desses.

Os nossos passeios não ficaram restritos só a Sydney não. Aproveitávamos que o transporte público era de graça aos domingos e visitávamos outras cidades do estado New South Wales. Visitamos a tão famosa Blue Mountains e o Royal National Park, dois lugares indispensáveis para quem curte fazer trilha e ficar em contato direto com a natureza.

Esses foram só alguns dos lugares que visitamos durante essa temporada fora. Será que já dá pra voltar? Faz menos de uma semana que voltamos e o coração já não sabe se pertence ao Brasil ou à Austrália. Mas sei que esse tipo de sentimento é normal e que só é preciso tempo para voltar a se costumar. Mas enquanto isso não acontece, os planos para voltar pra Oceania daqui alguns anos está a todo vapor.

Espero que tenham gostado do post de hoje. Um beijão e até a próxima.

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Dicas

Playlist: Intercâmbio na Austrália 2015-2016

20 de abril, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Depois de cinco meses vivendo na Austrália, finalmente voltei ao Brasil. Vivenciei experiências tão únicas e mágicas, que só posso dizer que não sou a mesma pessoa de antes. Meu olhar mudou, meu mundo aumentou e agora tenho a sensação de que coisas ainda melhores estão por vir.

Escutei muita música nesse período, principalmente nas lojas e na rua, e várias se tornaram a trilha sonora do meu intercâmbio. É só escutar uma delas, que lembro dos meus momentos na Austrália – ainda bem que não é preciso só depender de fotografias e cheiros para recordar de um lugar, né? As músicas conseguem muito bem dar conta do recado!

Como essas músicas fizeram parte de um momento tão especial para mim, decidi compartilhá-las para que se tornem familiares para vocês também. Não sei se todas chegaram a tocar aqui no Brasil, mas perguntei para minhas amigas e elas não conheciam algumas das músicas.

Não perca mais tempo e aperte o play!

Então, pessoal, espero que tenham gostado das músicas que eu selecionei para vocês e até a próxima.

Beijos!

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Intercâmbio

Ano Novo Chinês

10 de fevereiro, 2016 por

Olá, pessoal. Tudo bem com vocês?

Desde semana passada que a decoração do bairro chinês que eu moro mudou drasticamente, isso porque começaram os preparativos para o Ano Novo Chinês que, por sinal, foi comemorado ontem. Até o dia 21 de fevereiro a cidade de Sydney vai contar com vários eventos gratuitos, como workshops, shows, feiras, para receber de braços abertos o início do ano-novo lunar.

Uma das ações do governo australiano que mais me chamou a atenção foi a exposição de lanternas gigantes por toda a cidade. Mas não para por aí! Cada uma delas representa um dos 12 animais do zodíaco chinês e está estrategicamente posicionada em um ponto turístico da região. Como não sou boba nem nada, peguei a minha inseparável mochila da Kipling, uma garrafa de água, um mapa da cidade que foi disponibilizado com os endereços de todas as lanternas e minha câmera fotográfica, é claro, para registrar tudinho aqui. Tirei o dia de domingo para ir à caça, literalmente, de todos os animais do horóscopo e confesso que só fui concluir a minha missão depois de 5 horas de muita paciência, espreitando cada um deles embaixo de sol quente até que os vários predadores fossem embora. Pois é! Foram raras as vezes que consegui tirar fotos das lanternas sem um ou outro penetra! Por incrível que pareça não fui a diferentona que teve a ideia sozinha…hehe!

// Rato

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// Boi

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// Tigre

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// Coelho

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// Dragão

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// Serpente

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// Cavalo

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// Cabra

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// Macaco

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// Galo

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// Cão

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// Porco

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Como 2016 é o ano do macaco, nada mais óbvio do que posicioná-lo no ponto mais famoso de Sydney, não é mesmo? A lanterna do macaco se encontra na Opera House e faz referência aos três macacos sábios do folclore oriental. Ainda estou tentando compreender o significado do lápis vermelho. Alguém tem alguma ideia do que seja?

Eu adorei ter tirado um tempinho do meu dia para ir em busca de cada uma dessas esculturas luminosas. Foi muito divertido procurar os endereços usando um mapa como referência. Me senti uma criança novamente brincando de caça ao tesouro. Pensando bem, o melhor seria registrar cada uma delas durante à noite, para ver o efeito da luz nos diferentes materiais e formatos. Quem sabe quando a Nayara chegar aqui ela não pilha de encarar essa aventura comigo?

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje! Um beijão e até a próxima!

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Intercâmbio

Conhecendo Mount Coot-tha

30 de janeiro, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Um dos primeiros passeios que fiz quando cheguei foi uma visita ao mirante de Mount Coot-tha, o ponto mais alto de Brisbane. Em seus 287 metros de altura, é possível ter uma visão panorâmica de toda a cidade e também de Moreton Bay, uma baía a 14km do centro.

A vista é realmente de tirar o fôlego.

Querem ver?

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E foi isso, pessoal! Espero muito que tenham gostado do post de hoje.

Um beijo e até mais!

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Intercâmbio

Conhecendo Coolangatta

26 de janeiro, 2016 por

Olá, pessoal! Como vocês estão?

Recentemente visitei Gold Coast, cidade a quase 90km de Brisbane, conhecida pelas suas lindas praias, pela prática de surfe e pelos grandes parques temáticos. Visitei Coolangatta, uma das várias praias da região, e tive que elegê-la como umas das mais linda que já vi até hoje.

Areia branquinha, clima agradável, formações rochosas espetaculares, ondas altas e água na temperatura ideal para dar aquele mergulho! Já sei que vai ser um dos muitos lugares que sentirei falta quando voltar para o Brasil.

Querem ver as fotos que tirei?

Bora lá!

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Espero que tenham gostado do post de hoje.

Até a próxima!

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Intercâmbio

Conhecendo Springbrook e Noosa

10 de janeiro, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Tenho uma novidade: em breve mudarei para Sydney para passar o restante do intercâmbio por lá. Como ainda falta muita coisa legal para conhecer em Brisbane e arredores, estou lutando contra o tempo para visitar todos esses lugares a tempo da mudança.

Há algumas semanas visitei o Springbrook National Park (cerca de 100km de Brisbane), uma floresta de montanha bastante úmida e gelada, com vegetação exuberante e bem parecida com as que temos no Brasil. Foi um passeio bem despretensioso, daqueles que você decide de última hora, mas que no final rende boas recordações.

Ainda ontem, visitei Noosa (cerca de 140km de Brisbane), uma praia com a água mais quentinha que já entrei e com uma paisagem de tirar o fôlego.

Querem ver as fotos que eu tirei?

Bora lá!

// Springbrook National Park

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// Noosa Heads

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Gostei muito de visitar esses dois lugares e, de pouquinho em pouquinho, vou completando a minha lista de passeios.

Espero que tenham gostado do post de hoje e até a próxima!

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Gemada

E como ficaram as metas para 2015?

4 de janeiro, 2016 por

resoluções 2015 Olá, pessoal. Como estão? No início desse ano fizemos uma lista com 8 metas que queríamos realizar em 2015, algumas bastante pessoais e outras diretamente relacionadas ao blog. Não está lembrando do post? Clique aqui e confira! Acho legal fazer um balanço geral de como foi a realização (ou não) dessas resoluções, porque assim podemos recapitular o ano que se passou e projetar novas metas para o ano seguinte. 365 dias é bastante tempo para você pensar nas suas prioridades, e às vezes aquela meta que você traçou no início do ano já não faz tanto sentido para você. Então não se preocupe caso a sua lista de realizações não fique 100% concluída; não foi porque você falhou, às vezes pode ser somente porque as suas aspirações já não são mais as mesmas. A vida é um completa transformação e as suas metas também estão passíveis às mudanças, não podemos tratar alguns assuntos como se fossem imutáveis. As pessoas mudam, a vida muda e, consequentemente, as suas aspirações também. Quer conferir comigo o que foi concluído ou não em 2015?

1// Concluir o curso de inglês no exterior

Status: em andamento. Essa é a que considero a principal meta para 2015 e a que está sendo cumprida nesse exato momento. Estou estudando inglês aqui na Austrália e acredito que esse tipo de experiência é extremamente enriquecedora, não só porque estou aprendendo uma nova língua, mas porque estou aprendendo a ser uma pessoa independente. Pode parecer uma frasezinha pronta cheia de clichês, mas durante esse período refleti bastante sobre a minha vida e o meu futuro, a minha relação com a minha família e com meus amigos, e só posso dizer que consegui me encontrar. Ao mesmo tempo que é bastante penoso passar um período sozinha, é assim, sozinha que você aprende a se conhecer melhor. Vivendo, aprendendo e amadurecendo. Não posso deixar de lado o real objetivo de tudo isso que é aprender inglês em um país estrangeiro. A imersão na língua que um intercâmbio proporciona é fundamental para evoluir o nível de inglês em pouco tempo. Estou aqui há pouco mais de 1 mês e posso dizer que consigo me virar bem falando inglês. Ainda cometo um errinhos bobos, mas nada que comprometa o entendimento da mensagem. Aliada às mais de 7h de aula, eu ainda me forço a assistir séries e filmes somente em inglês para intensificar o aprendizado. Essa dica é preciosa para você que quer dar um up no inglês sem deixar a diversão de lado: comece com uma série que você já tenha visto legendada em português e retire a legenda, vai ser difícil no início, mas prometo que valerá a pena. Sugiro séries mais leves como Friends, How I met your mother e The middle.

2// Estudar sobre empreendedorismo

Não considero essa etapa concluída porque aprendizado nunca chega ao fim, não é mesmo? Continuo estudando sobre o tema e não pretendo parar tão cedo, já que o meu objetivo e o da Nay continua o mesmo: começar o nosso próprio negócio. Pode ser que demore um pouco mais que o esperado para esse plano se tornar real, mas quanto mais tempo for dedicado para compreender todas as variáveis que envolvem a criação de uma marca, mais positivas são as chances de dar certo.

3// Dedicar mais tempo ao blog

O blog cresceu muito nos últimos tempos porque tivemos mais tempo livre para no dedicarmos a ele. Mas com a nossa vinda para a Austrália, o tempo livre se tornou escasso novamente e a média de posts semanais decaiu. Queremos reverter esse quadro e voltar a postar regularmente, abordando todos os tipos de assunto e não só os relacionados ao intercâmbio. Me diz aí, o que vocês querem ver aqui no Gema?

4// Praticar exercícios físicos

Comecei firme e forte, depois deixei essa meta um pouco de lado e agora voltei com força total. Embora não seja nenhuma prática de esporte ou treinamento em academia pesados, considero as mais de 2 horas que ando diariamente um começo. Apesar de ser uma prática mais leve, já é melhor que nada, não é mesmo?

5// Manter a minha dieta

Consegui por um bom tempo manter essa meta, ainda mais porque precisei recorrer à ajuda de uma nutricionista para repor algumas vitaminas que estava precisando. Mas com a minha vinda para a Austrália, tive que deixar de seguir a dieta e me virar com a comida que encontrava por aqui. E essa é uma das minhas maiores queixas: quando a comida não é congelada, é enlatada; e se você pretende comer fora, as opções são fast foods e cafés. Eu não sou fã de nenhuma dessas categorias de comida, então preparo as minhas refeições com o que encontro no supermercado mesmo. Não temos tanta opção assim, mas o que consigo encontrar já é suficiente para matar a saudade da comida de casa.

6// Desenhar mais

Essa é uma daquelas resoluções que já não faz tanto sentido assim para mim. Tenho várias habilidades, sei disso, mas uma coisa é você querer exercitá-las e outra é se sentir refém delas. Eu adoro desenhar, costurar, fotografar, pintar…mas tenho que me sentir bem para poder realizar algumas delas. Não gosto de me sentir pressionada, ter que evoluir a todo custo. Então quando tenho vontade, desenho, mas quando não tenho, faço alguma coisa que realmente quero fazer naquele instante. Quem sabe a inspiração não vem?

7// Tirar os projetos da gaveta

Trabalhamos muito para conseguir realizar vários projetos ligados ao blog, como a linha de cadernos, mudança do layout, reforma e decoração do estúdio, criação do canal…E temos ainda muitos outros que precisam só de um pouco mais de dedicação para sair do fundo da gaveta e se tornarem realidade. Para as coisas acontecerem é preciso que haja um investimento, seja ele de tempo ou dinheiro, então assim que as coisas se acalmarem, esperem por mais novidade aqui no blog.

8// Gravar vídeos para o blog

Não é que o concurso We Love Fashion Blogs da Petite Jolie nos fez filmar o nosso primeiro vídeo? Para aqueles que ainda não conferiram, é só clicar aqui e assistir. Temos planos de aumentarmos a frequência de vídeos e tornarmos o canal no youtube uma mídia complementar ao blog. Queremos focar em projetos de DIY e dicas de técnicas de desenho para o qualquer aspirante a ilustrador.

É isso, pessoal! Depois de muito tempo resolvi visitar o post de resoluções definidas para o ano anterior e descobrir o que foi realizado ou não. Fiquei surpresa com o resultado: embora não esteja completamente “tickada”, estou satisfeita com a forma em que tudo ocorreu. Eu tenho certeza que alguma dessas resoluções vocês verão novamente em alguns dias, como a “Estudar sobre empreendedorismo” por exemplo, mas isso já é história para o próximo post. Espero que tenham gostado do post de hoje! Até mais!

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