Inspiração

Painel de inspiração #1

19 de agosto, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

A internet está repleta de ótimos artistas e não tem como eu não me sentir inspirada pelos seus trabalhos, sejam eles ilustrações, fotografias, textos ou qualquer outro tipo de expressão artística. Pensando nisso, decidi elaborar um painel de inspiração com as imagens mais bonitas e interessantes que eu vi nos últimos dias. Quem sabe eu não acabe inspirando alguém um pouquinho também, né?

Querem ver as belezuras que eu selecionei?

Alcro // Machipanko // Hsiao-ron Cheng // Beeple // Loish // 1041uuu //  87mm 

Espero que tenham gostado do painel de hoje, pessoal!

Até a próxima!

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Dicas

Materiais para caligrafia

29 de julho, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Logo quando iniciei os meus estudos de caligrafia, percebi a importância de adquirir materiais que fossem de boa qualidade, porque, até então, eu estava usando materiais pouco específicos e o resultado não estava ficando tão bom quanto eu esperava. Quando eu melhorei a qualidade dos meus recursos, a minha evolução foi mais rápida e minha caligrafia começou a me agradar mais.

Selecionei alguns materiais que eu testei ao longo desse tempo e alguns que me foram recomendados por amigos.

Bora lá?

 

materiais para brush lettering1// Pigma Brush Sakura

É um marcador maleável da marca Sakura facilmente encontrado em lojas de materiais artísticos. Ele tem um ótimo contraste de espessura do traçado,  o que deixa a caligrafia bem orgânica e bonita, e é ideal para áreas pequenas. Uso o meu marcador para escrever sobre ilustrações porque a ponta, mesmo pressionada, não cobre uma superfície muito grande. Esse é um material muito bom para quem quer começar na prática da caligrafia.

2// Copic Sketch

Eu não tenho nenhum marcador da Copic, mas já experimentei alguns e amigos já me recomendaram para caligrafia. Os trabalhos mais bonitos que eu vejo por aí são feitos com os brushs dessa marca e é bem nítido que a qualidade é superior — se consegue traços harmoniosos, cores homogêneas e bastante precisão no traçado. Eu já falei muitas maravilhas sobre essas canetas, que servem tanto para pintura como também para trabalhos caligráficos. Muito versátil, né?

3// Brush Sakura Koi

Esse pincel da Sakura tem um compartimento que pode ser preenchido com nanquim, água ou aquarela líquida. Ele possui uma ponta maleável, ideal para aquele efeito de diferença na espessura do traçado, e comporta uma boa quantidade de carga, o que evita ter que ficar repondo o compartimento a cada minuto. Quando usado com nanquim ou aquarela líquida, basta pressionar o corpo da caneta para que a tinta molhe a ponta do pincel e começar os trabalhos. Com água, é preciso pressionar o corpo da caneta e melar as cerdas na aquarela sólida para iniciar a trabalhar. Recomendo!

4// Pincel para caligrafia oriental

Eu adquiri um conjuntinho de pincéis para caligrafia na loja Daiso, assim como um frasco de nanquim para sumiê (arte caligráfica japonesa). Como eles são específicos para caligrafia, pensei que o trabalho ficaria uniforme, mas não foi o que aconteceu. Os pincéis perderam algumas cerdas nos primeiros usos por causa de uma cera que vem neles e ficaram arrepiados, fazendo com que os traços ficassem machados e disformes — o que não foi de todo ruim. Utilizo esses pincéis quando quero fazer trabalhos mais rústicos e livres; sem muita preocupação com alinhamento, coerência e uniformidade.

5// Nanquim

É essencial ter um nanquim quando se tem interesse em trabalhar com caligrafia. Por ser mais barato que os outros materiais, é com ele que acabo praticando mais. Ter um pincel e um nanquim (o meu é da Daiso mesmo, mas a qualidade é muito boa para trabalhos caligráficos) já é suficiente para botar as mãos na massa.

6// Pincel

É importante, na hora de comprar, escolher um pincel que seja bem maleável, com cerdas macias. O que eu uso é da Raphael e eu gosto bastante. Com ele eu tenho muita precisão e consigo fazer trabalhos mais consistentes e harmoniosos. Utilizo principalmente com nanquim, aquarela e guache.

7// Aquarela

Assim como o nanquim, é muito importante ter uma aquarela de boa qualidade. Eu uso um estojo da Pentel, que é mais barata, para exercícios e rascunhos, e utilizo as bisnagas de aquarela da Winsor & Newton para trabalhos finais. Normalmente uso as aquarelas com o pincel da Raphael ou com o pincel da Sakura, previamente carregado com água no compartimento. Gosto demais de usar aquarelas nos meus trabalhos, principalmente quando quero fazer efeitos de degradê.

8// Papel para aquarela

Usar um papel específico para aquarela é muito importante para a tinta não vazar, escorrer ou enrugar a folha. Como o papel para aquarela aguenta muita carga e muitas vezes ainda tem acréscimo de algodão, ele acaba se tornando caro, e é por isso que o utilizo somente em trabalhos finais. Para praticar, uso papéis da Canson de gramatura acima de 200g/m².

9// Marcadores Crayola

Eu ainda não experimentei nenhum marcador da Crayola, mas eu sei que eles são um dos queridinhos dos artistas gringos. Por ele ter a ponta em forma de prisma, ele traça riscos finos quando usada a ponta e traça riscos mais grossos quando se inclina a caneta e se usa uma das faces do prisma em contato com o papel. Com esse tipo de caneta, não é preciso pressioná-la para fazer o contraste de espessura dos traços — a própria estrutura da ponta já é feita para esse fim.

10// Marcadores Tombow

Há muitos anos comprei um conjunto de marcadores Tombow que acabaram ficando encostados no estúdio por muito tempo, porque não tinha me acostumado a usá-los. Com essa onda de caligrafia com pincéis, decidi tornar a usar os marcadores e ver se me adequava a eles, mas ao invés de usar para pintar, iria usar para escrever. Acabou que os marcadores se tornaram os meus favoritos, já que eu consigo ter uma boa precisão em traços finos e um contraste de espessura muito bom. No meu caso, a escrita com os marcadores da Tombow flui melhor do que com pincel normal ou com o brush de carga da Sakura, porque as cerdas são macias e eu tenho um bom controle com elas. Foi só quando eu usei os marcadores e vi a qualidade dos meus trabalhos com eles, que eu percebi que eu poderia seguir em frente com a caligrafia, porque até então, com os resultados ruins que eu vinha obtendo, havia pensado várias vezes em desistir.

11// Papel para marcadores

Não adianta nada ter um bom arsenal de marcadores, mas não ter um papel adequado para usá-los. Perdi pelo menos duas canetas por causa disso — elas ficaram ásperas e começaram a abrir as pontas, porque eu estava usando em papel de baixa qualidade. Depois que eu comecei a usar os marcadores no papel próprio, as cores ficaram mais bonitas, o traçado mais harmonioso e os contornos mais suaves. Indispensável caso você planeje trabalhar com marcadores.

E vocês, quais são os materiais que vocês mais usam? Dos que eu citei, qual o seu favorito? Espero que vocês tenham gostado do post de hoje e, caso haja alguma dúvida, nos deixe um comentário!

Até mais!

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Dicas

Praticando caligrafia

22 de julho, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Vocês sabem que eu adoro caligrafia, mas sempre apreciei de longe, observando imagens no Pinterest e no Instagram, sem nunca botar a mão na massa para realmente estudar. Recentemente, deixei a preguiça de lado e decidi praticar observando os trabalhos de artistas que eu gostava. Vou fazer uma ressalva aqui: copiar, por motivos de estudo, é válido, recomendado e muito importante para quem quer aprender uma técnica nova. O que não é nenhum pouco legal é copiar o do outro e publicar como se fosse de sua autoria, viu?

Por muito tempo, pratiquei, observei e me inspirei em vários artistas, e hoje sinto que evoluí para uma escrita que me agrada, que corresponde ao meu estilo. Sei que ainda falta muita prática para eu chegar à minha essência, como acontece com qualquer arte, mas vou seguir me exercitando.

Vou mostrar para vocês como foi minha evolução ao longo desse tempo.

Bora lá?

IMG_5691

Esse é um rolo de metro que eu usei para praticar logo no início da minha aventura. Usei marcadores da Tombow e fui copiando coisas aleatórias do Instagram e coisas que eu ouvia na televisão, com o intuito de perceber como funcionava o movimento da mão e como a ponta do marcador se comportava com a pressão. Foi nesse exercício que percebi que o movimento ascendente se faz com o marcador leve (traço fino) e que o movimento descendente se faz com o marcador pressionado (traço grosso). Ah, foi depois dessa prática que vi necessidade de adquirir um papel específico para marcadores, porque esse rolo que eu usei era muito poroso, o que fazia a tinta da caneta espalhar pelo papel.

É bem nítido que eu ainda não havia adquirido uma constância na mão e que os traçados não ficaram muito harmoniosos, o que se dá especialmente pela baixa qualidade do papel e, claro, pela falta de experiência.

LetteringLettering

Depois de algum tempo praticando, adquiri um papel especial para marcadores, o que fez uma diferença tremenda no traçado das canetas. Com esse papel (Marquer da Canson 70g/m²), senti que a caneta deslizou melhor, que a cor ficou mais viva e que os traçados ficaram mais orgânicos. Foi só aí que me senti confiante o suficiente para deixar as referências de lado e desenvolver um estilo próprio.

Lettering

Depois de tanta prática, muitas das minhas canetas foram ficando com as pontas abertas e com rebarbas, o que comprometeu o resultado final. É justamente por isso que eu estou doida para comprar um conjunto novo de marcadores, mas dessa vez pretendo comprar cores que combinem mais entre si.

Lettering

Para completar o post, criei um exercício básico para quem está iniciando no mundo da caligrafia. A ideia é cobrir as letras com uma caneta Tombow, ou semelhante, sempre prestando atenção nos traços finos (ascendente) e nos grossos (descendentes).

Para começar de vez, basta imprimir a imagem em um papel A4 e começar a praticar. Ah, não precisa usar um papel especial nesse início não, um papel sulfite já é suficiente.

Exercício de lettering

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje!

Até mais!

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Intercâmbio

Experiências maravilhosas na Austrália

21 de julho, 2016 por

Olá, pessoal. Como estão?

Esse provavelmente será o último post sobre o intercâmbio aqui no Gema. Completou três meses que voltamos da terra do canguru e já é hora de deixarmos essa experiência incrível para trás e focarmos no futuro. Mas para que isso seja possível, falta encerrar a seção de intercâmbio do blog com chave de ouro, com o resumão das experiências mais marcantes vividas por lá.

Quem mais quer saber das experiências maravilhosas na Austrália?

1// Premiere do filme Hateful Eight

Estava um belo dia voltando da loja da Apple, havia acabado de comprar o meu iPhone, quando vejo em frente ao Event Cinemas um enorme tapete vermelho. Não é por nada não, mas já sou vacinada! Bastou ver os seguranças com seus pontos no ouvido, grades separando os transeuntes da equipe de produção e uma singela plateia ansiosa com suas câmeras fotográficas para sacar que coisa boa iria acontecer. Decidi aguardar para ver! Foram mais de três horas de espera para finalmente conseguir estrear a câmera do meu iPhone com uma foto do Quentin Tarantino. Se valeu a pena? Com certeza! Não sou grande fã do diretor e nem dos atores do filme, mas foi uma experiência maravilhosa ver de perto como funciona uma premiere e pegar o autógrafos de grandes nomes de Hollywood.

2// Show da cantora Melanie Martinez

A Nayara estava saindo da aula quando percebeu uma movimentação de jovens coloridas e exóticas na rua da escola. Como ela adora uma muvuca, decidiu seguir a multidão para ver do que se tratava, e acabou descobrindo que aconteceria ali, no meio da rua e para qualquer um ver, um show da Melanie Martinez. Embora ela não conhecesse a cantora, ficou para assistir e gravar as canções Pity Party, Cry Baby, Mrs. Potato Head e outras.

Acabou que ela se surpreendeu totalmente com a apresentação e virou fã da cantora — mas não o suficiente para aguentar cerca de quatro horas na fila para pegar um autógrafo e tirar uma foto…

3// Participação do programa This Time Next Year e The Voice Austrália

Toda sexta-feira os professores de inglês programavam atividades para incentivar a interação entre os alunos, e foi assim que acabamos na plateia de dois programas de TV: o não tão conhecido This Time Next Year e o The Voice Austrália. O primeiro traz histórias de superação onde os convidados se propõem a realizar algo em um ano e depois voltar para contar como foi o processo. É um programa bastante dramático que promete arrancar lágrimas dos mais sensíveis. Vimos de tudo no dia da gravação, de pessoas que sofreram ataques de tubarão a pessoas que queriam perder peso para caber no vestido de noiva.

Já o segundo programa foi o The Voice Australia. Confesso que foi bastante empolgante no início e bem cansativo no final. As primeiras horas de gravação – quase três! – foram somente para fazer o vídeo clipe de abertura do programa, resultando em menos de 10 minutos de vídeo. Toda essa espera me fez refletir no trabalho que dá fazer filmes e séries. Já pensou em quanto tempo é investido para fazer um longa de 2 horas?

Uma das coisas que não gostei foi a forma como a produção tratou a plateia. Ficamos mais de sete horas no local e só nos deram um pacote com três biscoitos para aguentarmos até de madrugada. Aconteceram mais algumas coisas chatas durante as gravações que nos fizeram voltar para o dormitório antes do tempo previsto. Mas tirando tudo isso, foi uma experiência única e valeu a pena. Cantamos junto com os competidores, vimos de pertinho vários artistas, torcemos para alguns concorrentes e ainda conhecemos fãs brasileiros na plateia.

4// Gravações do K-Movie Single Rider

Houve uma época não tão recente em que eu era viciada em filmes e séries coreanas. Ainda assisto de vez em quando, mas não é uma febre como costumava ser. No entanto, meu coração deu uma acelerada e enchi de empolgação quando vi uma equipe coreana gravando uma cena na esquina da minha acomodação. Se fosse alguns anos atrás, eu tenho certeza que teria ido à loucura.

Os sinais se repetiram da mesma forma como ocorreu na Premiere do filme Hateful Eight: seguranças, filmadoras, pontos no ouvido e uma multidão oriental com seus celulares na mão. Pensei comigo, alguma coisa interessante está acontecendo aqui. Tem cheiro de gravação de filme no ar. Mais tarde acabei descobrindo que se travava das filmagens do filme Single Rider, que retrata a história de uma adolescente coreana que foi tentar a vida em Sydney com o visto de trabalho e turismo, exatamente a situação de vários orientais de lá. Assistimos às gravações até o final e foi bem legal acompanhar tudo de perto. Estou ansiosa para assistir ao filme e apontar todas as cenas que vi serem gravadas. Ah, e para quem está se perguntando, os atores eram a Sohee do grupo Wonder Girls e o ator Lee Byung-Hun de RED e Exterminador do Futuro: Gênesis.

As experiências maravilhosas não se resumem só a essas cinco, mas achei que elas mereciam uma atenção especial por se tratarem de momentos empolgantes das nossas vidas. Espero que tenham gostado de acompanhar os posts do intercâmbio junto com a gente e que de certa forma tenhamos despertado em vocês a vontade de viajar.

Até mais!

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OFF

Coisas aleatórias #1

20 de julho, 2016 por

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Criei o Coisas Aleatórias, porque fiquei com uma imensa vontade de escrever uma série de posts mais despretensiosa, sem amarras, onde eu pudesse mostrar coisas interessantes que eu gostei, vivenciei, experimentei ou descobri por aí. Não estipulei uma quantidade de tópicos, porque eu não quero me prender a um número, tema ou qualquer outro parâmetro; quero simplesmente compartilhar coisas que me despertaram algum sentimento bom e torcer para que despertem algo em vocês também.

1// Chromecast 2

Chromecast 2

Tapeçaria de parede

Nossa TV aqui em casa não é smart e sempre quando queremos assistir alguma coisa no Netflix, precisamos acoplar um computador à televisão com um cabo HDMI. Por causa da trabalheira que dá e do recém-vício que meu pai adquiriu em assistir séries e documentários do Netflix, compramos um Chromecast 2 para usar na televisão. Com o aparelhinho, conseguimos usar qualquer smartphone que tenha o aplicativo do Netflix instalado como um controle remoto e conseguimos, também, acessar o catálogo de filmes ao mesmo tempo em que um filme está rodando na televisão. Bem prático, né? Além disso, ficou mais fácil usar o campo de pesquisa do site, porque escrevemos direto no teclado do smartphone. Muito melhor do que escrever letra por letra com o controle remoto como acontece com a smart tv, né?

Eu estou gostando demais dessa turbinada que demos na televisão, e assistir ao Netflix ficou muito mais fácil, principalmente porque algumas funções de configuração, como mudar legenda, avançar, dar play, pausar, mudar áudio e colocar legendas, passaram para o smartphone. Mas o Chromecast não se restringe a Netflix não. Também é possível espelhar vídeos do Youtube do smartphone para a televisão usando o celular como controle, assim como jogar Just Dance Now. Ainda não testei essa última funcionalidade, mas estou doida para botar em prática.

2// No filter

No Filter

Esse foi o primeiro filme chileno que eu me lembro de ter assistido na vida. Ele está no catálogo do Netflix e acabei o escolhendo porque a sinopse me pareceu leve e descontraída. Ó: “Ela era um capacho para o mundo, mas tudo mudou depois de uma acupuntura. As agulhas tiraram a dor…E sua paciência”. O que pareceu ser bobo, acabou se transformando numa complexa reflexão sobre o mundo virtual, sobre a relação da nossa geração com a internet e sobre a busca da fama instantânea, sem deixar de questionar a importância que damos para as curtidas e como tudo isso está afetando as nossas relações.

Caso você queira assistir a uma comédia sobre crescimento pessoal e que ainda questione o nosso cotidiano de uma forma suave e divertida, No filter é uma ótima escolha.

3// Tapeçaria de parede

Tapeçaria de paredeTapeçaria de parede

O meu vício por tapeçarias de parede começou no início do ano e desde então já confeccionei duas para decorar o estúdio do Gema. Eu fiz um tear manual adicionando pregos às duas extremidades de uma bandeja e comecei minha aventura pela tecelagem. Comprei novelos, agulhas, pentes e tudo o que tinha direito e teci essas duas tapeçarias que vocês podem ver aí em cima.
Cada uma demorou cerca de dois dias para ser finalizado — porque ainda não peguei o jeito —, mas o processo é extremamente terapêutico, e, conforme você vai avançando e a tapeçaria vai criando forma, o sentimento de satisfação toma conta. É incrível o poder do trabalho artesanal, não é?

Gostei demais de escrever esse post mais livre, principalmente porque a escrita fluiu muito bem. Agora eu percebo que deixei de escrever muitos posts porque simplesmente não estava encontrando o “lugar certo” para eles, mas com o Coisas Aleatórias, sinto que não terei mais tantos problemas.

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje.

Até mais.

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Decoração

Tapeçaria de parede

19 de julho, 2016 por

Oi, pessoal. Como vocês estão?

Nas minhas andanças pelo Pinterest e Instagram, não deixo de me encantar com a beleza das tapeçarias de parede. Usadas na decoração de interiores com mais frequência nos últimos anos, as tapeçarias (Woven wall hanging, woven tapestry, em inglês) vieram para dar um toque mais lúdico e irreverente ao ambiente, um contraponto à tendência industrial que deixa tudo muito sóbrio e impessoal.

Embora o seu uso ainda não esteja amplamente disseminado no Brasil, já é possível ver alguns indícios de que a sua aceitação está próxima — revistas de decoração, sites e blogs sobre o assunto apontam a tapeçaria de parede como o próximo must have da decoração de interiores aqui no país.

tapeçaria de parede_1

Feitas em um tear manual ou com uma técnica de nós chamada macramê, é a característica artesanal que mais chama a atenção nas tapeçarias de parede. Tudo isso aliado a uma paleta de cores agradável, a contrastes de espessura de linhas e a texturas diversas,  faz do item o centro das atenções em qualquer ambiente que esteja.

tapeçaria de parede_2

Eu gosto tanto das tapeçarias que até já fiz duas para decorar o estúdio do Gema de Ovo. Quem segue o Instagram (@nayara_h382) já deve ter visto alguma coisa, mas planejo fazer um post mais elaborado em breve para mostrá-las a vocês.

O que vocês acharam do post de hoje? Usariam tapeçarias de parede como um item de decoração? Nos deixe sua opinião nos comentários, pois adoraríamos lê-la.

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje e até a próxima!

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Dicas

Links da Semana #14

18 de julho, 2016 por

Olá, pessoal. Tudo bem?

E a curadoria das matérias mais interessantes da blogosfera continua! No Links da Semana de hoje, trago os assuntos que mais me despertaram o interesse nos últimos dias. Têm dicas de como iniciar um blog de sucesso, dicas para bombar no Youtube, sugestão de séries e muito mais!

Quer ver?

1// Como usar Copics

O Fábio Sevá, do Dezáina, começou uma série de posts sobre Copics, nos quais ele aborda questões técnicas sobre as famosas canetas, desde nomenclatura à família de cores, e não se esquecendo, é claro, de nos apresentar algumas dicas de pintura. Se você se interessa pelo assunto, este post é um prato cheio para aumentar o interesse pelas canetas.

2// Série: And Then There Were None

A Juh Sutti, colaboradora no Borboletas na Carteira, resenhou a série And then there were none, adaptação do livro O caso dos dez negrinhos de Agatha Christie. Assim que terminei de ler o post, corri para baixar os três episódios da série de tão curiosa que fiquei com a resenha. Assisti tudo de uma vezada só e fiquei bastante satisfeita com a série, que se mostrou bem fiel ao livro. Caso você se interesse por um bom romance policial, essa série é mais do que recomendada.

3// Segredos do Youtube

Taciele Alcolea publicou um vídeo em que ela dá 10 dicas para bombar o seu canal no Youtube. Vindo de uma youtuber que tem mais de 2 milhões de inscritos, só pode ter coisa boa, né? Não vejo a hora de começar de fato o canal e botar as dicas da Taci em prática!

4// 10 dicas básicas para criar um blog

Dóris Baumer, do Charme Divino, deu 10 dicas para quem quer iniciar um blog de sucesso. No post, ela trata de assuntos como hospedagem, plataforma e domínio, e ainda dá dicas de como desenvolver a identidade visual e o layout do seu blog.

5// Pare de procrastinar e comece a criar

Um dos grandes inimigos dos criativos, a procrastinação, é o tema do post de Daniella Bonachella, do O Artista Criativo. Quer saber como lidar com esse problema? A Dani dá três dicas de como parar de procrastinar e começar a criar agora mesmo. Ótima reflexão sobre o assunto.

6// 6 atitudes que mudaram a minha vida profissional

A Aninha, do Madly Luv, nos apresenta 6 atitudes que mudaram a sua vida como freelancer. Ela dá dicas de quanto cobrar pelo serviço, como estipular horas de trabalho e ainda fala da importância de se resguardar como profissional.

7// Como eu edito minhas fotos do Instagram

A Camila Rech, do Meninices da Vida, nos contou como ela edita as suas fotos do Instagram. Além de dar dicas de aplicativos e filtros, ela ainda nos conta como deixar o feed organizado e bonito. Se você se interessa pelo assunto, acesse o link e tire suas dúvidas.

E foi isso, pessoal!

Espero que tenham gostado e até a próxima!

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Projetos

Um pouquinho sobre o meu livro

8 de julho, 2016 por

Olá, pessoal, como vocês estão?

Há algum tempo, eu divulguei aqui no Gema que eu havia ganhado uma bolsa do Ministério da Cultura para escrever o meu primeiro livro e que, a partir do momento que o dinheiro caísse na minha conta, eu teria seis meses para finalizar o projeto. No entanto, depois de quase um ano de espera sem ver a cor do dinheiro e na iminência de perder a bolsa por causa da situação econômica do país, acabei decidindo fazer o meu intercâmbio — eu não deixaria de tocar outros planos por causa da demora no repasse do dinheiro e, além do mais, o intercâmbio já estava pago.

Cheguei em Brisbane, comecei minhas aulas de inglês e estava curtindo minha vida na Austrália quando eu decidi mandar um e-mail para o MinC para saber se havia previsão do pagamento da bolsa. Foi aí que eu descobri que o dinheiro já havia sido depositado há pelo menos um mês! Com tantos preparativos envolvendo o intercâmbio — visto, passaporte, matrículas, contratos, exames médicos, passagens, etc — nem me atentei a checar a minha conta, pois, segundo o edital, o ministério enviaria um e-mail confirmando o repasse, o que não aconteceu.

Foi assim que me vi numa situação extremamente complicada na Austrália: curtir o meu intercâmbio ao mesmo tempo em que escrevia um livro. Como eu já havia perdido um mês dos seis previstos, tive que correr para recuperar o tempo perdido e finalizar o projeto durante os cinco meses restantes, que coincidiu exatamente com o período do meu intercâmbio.

Minha rotina no exterior foi inteiramente desgastante, embora tenha sido maravilhosa: estudava todos os dias, curtia todas as tardes e escrevia todas as noites. Não deixei de aproveitar nenhuma das oportunidades que surgiram por causa do livro, pois eu sabia que eu só faria um único intercâmbio na vida enquanto eu poderia escrever quantos livros eu quisesse durante o tempo em que eu vivesse.

No entanto, quando eu já tinha escrito mais de 40 mil palavras, recebi um e-mail do MinC dizendo que eu teria mais dois meses para finalizar o projeto, ou seja, dois meses depois do intercâmbio. Foi exatamente por isso que eu fiquei tão distante do blog depois que voltei de viagem, porque estava terminando o livro e preparando as prestações de contas para o governo; mas agora o projeto está finalizado e material já foi enviado ao MinC.

Mas do que se trata esse projeto?

O projeto se chama “Casa na Curva do Vento: o desenvolvimento metodológico da primeira versão de um romance jovem-adulto distópico”, e na proposta enviada ao MinC me predispus a empregar ferramentas de design para elaborar um livro, mesmo sabendo que teria que adaptá-las para que servissem em um projeto literário.

Comecei o projeto estruturando-o em três frentes diferentes: teoria, planejamento e escrita. Na frente “teoria”, eu me propus a ler materiais sobre escrita criativa, além de livros de mesmo gênero e público-alvo do meu projeto, tudo isso com o intuito de perceber como se dá o funcionamento da narrativa de distopias e as temáticas abordadas em histórias destinados ao público jovem-adulto. Depois disso, analisei elementos relacionados à estrutura, como construção de capítulos, número de páginas e número de palavras; além de questões à cerca da cadência de parágrafos, ritmo, diálogos e frases. Ainda nessa frente, procurei entender o funcionamento do enredo, como se dá a evolução dos personagens, como as motivação são apresentadas, como gerar um clima de mistério, apresentar ganchos, criar tramas paralelas e outros.

A partir de todo o conhecimento gerado no estudo teórico acima, segui para o planejamento da história, no que eu chamei de frente “planejamento”. Nessa etapa, eu idealizei as primeiras impressões do mundo fictício, desenvolvi personagens, criei tecnologias, estruturei o enredo, estabeleci relações entre os personagens, desenvolvi sistemas, nomeei ideias, pensei em ganchos e estabeleci um clima para gerar imersão no leitor. Depois disso, gerei cenas para a minha história sempre pensando em situações que gerassem mistério, imaginei reviravoltas que surpreendessem o leitor e defini um desfecho interessante. Feito isso, criei um lista com todas as cenas da minha história e passei para a etapa seguinte — escrever a primeira versão do romance.

Na etapa “escrita”, eu peguei um caderno de matéria e comecei a escrever à mão. Não sei se foi porque eu já tinha planejado bastante coisa, mas o processo não foi tão desgastante quanto eu imaginei. Às vezes foi por causa do desespero do prazo final estar se aproximando e das condições do edital (se eu não entregasse o material na data estipulada, eu teria que devolver o dinheiro com juros), mas eu não tive bloqueios sérios. A escrita fluiu melhor do que eu tinha esperado, embora o resultado final tenha saído aquém das minhas expectativas. Muita coisa mudou entre o planejamento e a escrita, muitos dos conceitos criados se perderam no processo, mas eu tinha consciência de que isso poderia acontecer, porque, afinal, escrever um livro é projeto de longo prazo. É bem nítido que partes da história estão melhores que outras, e eu particularmente não gostei do rumo que as coisas tomaram, mas eu sei que para o livro ficar do jeito que eu sempre sonhei, terei que voltar nele várias e várias vezes até que eu fique satisfeita.

O meu livro conta a história de três garotas, cada qual com um ponto de vista diferente, semelhante à estruturação de capítulos em Guerra dos Tronos.  Estou escrevendo em terceira pessoa, o que amplia a percepção do mundo fictício, e acabei de finalizar a primeira versão da história de uma das personagens. Já comecei a escrever o ponto de vista da segunda personagem e em breve finalizarei a terceira. Quando escrever todas as primeiras versões, estruturarei todo o livro e farei alterações nas cenas para que tudo se encaixe. Assim quando finalizar tudo isso, partirei para as edições, e prevejo que serão muitas! Ainda bem que eu gosto da minha história, porque só assim para eu me dedicar tanto tempo a um projeto tão longo!

Espero que vocês tenham gostado de saber um pouco sobre o livro. Se tiverem alguma dúvida, deixem uma mensagem nos comentários!

Até mais!

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Projetos

Qual o motivo do sumiço?

6 de julho, 2016 por

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?

Quem passa uma temporada fora, seja aqui no Brasil ou no exterior, volta para casa mudado, com uma enorme bagagem cultural que nos faz ver o mundo com outros olhos. Durante o nosso intercâmbio para a Austrália, entramos em contato com pessoas de várias culturas, presenciamos os comportamentos mais inusitados (como vocês podem conferir nesse post aqui) e percebemos como o Design, tanto de produto como gráfico, é muito bem disseminado, com inúmeras opções de lojas de produtos autênticos e geniais. O contato com esse nicho específico nos fez perceber como o Brasil carece de lojas com essas características que fogem do ramo de vestuário, e assim cresceu a vontade de suprir essa lacuna com a criação de uma marca autoral.

Aqui em casa sempre foi difundido os benefícios do concurso público e, com quatro concursados na família, o nosso destino não poderia ser diferente. Mas como viver o resto da vida em uma sala de algum órgão público sendo que você nasceu para criar? Sendo que sua mente não para de imaginar novas ideias? E foi assim que decidi colocar “passar em um concurso público” como plano B e apostei no meu sonho de criar uma marca própria junto com a Nayara.

O motivo do sumiço aqui no blog é exatamente esse: estamos desenvolvendo a nossa própria marca de produtos! O caminho é longo e árduo, mas a cada produto finalizado sinto que fiz a escolha certa, que apostar no que se ama é requisito essencial para a felicidade profissional.

Estamos há quase dois meses criando a identidade visual da marca, trabalhando os conceitos de branding, analisando indícios de novas tendências, avaliando ferramentas de divulgação, projetando os produtos da marca, entrando em contato com fornecedores, ou seja, botando a mão na massa para o e-commerce sair do papel e se tornar realidade o quanto antes. Esperamos, de coração, que tenhamos acertado em cheio no conceito da marca e que a nossa nova empreitada conquiste cada um de vocês. Não vou revelar muita coisa ainda, porque teremos muitos posts sobre todo o processo por aqui, mas vou adiantar que se trata de uma loja virtual destinada ao público feminino que ama moda, decoração e artigos de papelaria.

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Estamos bastante empolgadas com o rumo das coisas e estamos dedicando 100% do nosso tempo para que o negócio se inicie com grandes chances de sucesso, e é por isso que a frequência de posts aqui no blog caiu drasticamente. Mas é por uma boa causa! Em breve traremos mais notícias sobre o andamento do nosso novo projeto.

Um beijão e até mais!

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Intercâmbio

5 comportamentos inusitados dos australianos

26 de maio, 2016 por

5 comportamentos inusitados dos australianos

Olá, pessoal. Como vocês estão?

Quando você vive em um outro país por um tempo é inevitável presenciar comportamentos diferentes vindos dos nativos. A gente sabe que a cultura de um país é única e, quando estamos dispostos a morar em uma nova nação, precisamos respeitar os costumes, mesmo que eles sejam um pouquinho diferentes dos que estamos acostumados. Mas isso não quer dizer que não podemos estranhá-los e acharmos dignos de serem citados em um post exclusivo aqui no blog. Vocês estão prestes a conhecer os costumes mais estranhos e inusitados dos australianos e, se você acha que vai ler sobre como os australianos costumam andar descalços na rua, você está enganado. Venha se surpreender com as atitudes mais inusitadas dos moradores da terra do canguru.

1// Isso foi de longe o que mais me surpreendeu. E olha que não aconteceu só uma vez. Um dia caminhando para a escola me deparei com um homem bem arrumado catando um graveto do chão. Até aí tudo bem. O que estranhei foi o que ele fez em seguida. Sabem aquele espaço entre duas pedras ou cerâmicas das calçadas? Então, o homem estava usando o graveto para retirar bitucas de cigarro desses vãos para fumar mais tarde! Outra vez vi um casal fazendo a mesma coisa, retirando bitucas de cigarro de frestas no chão e colocando dentro de uma sacola que já estava pela metade de restos de cigarro. Quando comentei com meus colegas o que tinha presenciado, eles falaram que isso acontecia devido ao alto custo do maço de cigarro no país. O que as pessoas não fazem para sustentar um vício, não é mesmo?

2// É bastante comum a galera sair da escola, pegar o ônibus e descer direto nas praias mais populares de Sydney. E como nem sempre os jovens estão de roupa de banho, eles entram na água com a roupa íntima que tiverem usando mesmo. Já presenciei muitas meninas e meninos fazendo isso. Você acha que eles se intimidam com a transparência das calcinhas e cuecas? Não, não. Eles querem saber é de praia!

3// Toda cidade grande tem seus moradores de rua e em Sydney não seria diferente. O que me chamou mais a atenção é que eles fazem da mendicância uma profissão, com carga horária e tudo. Cansei de ver os mesmo mendigos chegando a seus pontos antes das 7h da manhã, descarregando seus pertences das malas, como colchão, travesseiro, copinho, etc, organizando o cantinho e começando o “trabalho”. O mais engraçado é que a maioria deles pede dinheiro em uma posição muito incômoda e bastante humilhante, de joelhos e cabeça baixa tocando o chão, como se tivessem rezando. Quando escurece, eles começam a recolher as coisas e vão embora. Um outro dia, passando eu e a Nay em frente ao Mc Donalds, vimos um morador de rua no chão com um laptop e dois celulares totalmente entretido em seus afazeres. Não estou dizendo que são todos assim e também não estou aqui julgando ou recriminando. Só estou contando o que vi de diferente e que isso de certa forma chamou a minha atenção.

4// Aqui no Brasil é bem comum vermos crianças novinhas passeando no colo dos pais, a pé ou em carrinhos. Acontece que na Austrália parece que elas não sabem andar, só acompanham os pais em carrinhos de bebê. Sério, cheguei a ver crianças de mais de 8 anos em carrinhos brincando com seus iPads enquanto a mãe se matava para empurrar a criança ladeira acima. A gente sabe que é muito mais prático bebês andarem de carrinho, mas acontece que quando as crianças não são mais bebês, alguma coisa aí está errada. Bora estimular essa garotada a trabalhar os músculos das pernas! Lembro que fiquei chocada quando vi isso porque era uma situação bastante comum no meu dia-a-dia.

5// A televisão aberta da Austrália se parece bastante com a brasileira, exceto pela quantidade de programas de culinária. Os australianos são fissurados em programas de culinária e é certeza que se você ligar a TV em qualquer emissora, algum competidor estará preparando algum prato para ser avaliados pelos jurados. Esses programas têm tanta aceitação do público que é bem comum ver propagandas espalhadas em diversos pontos da cidade.

Bem, pessoal. É isso. Espero que vocês tenham entendido que o propósito deste post não é julgar, nem reclamar e muito menos discriminar o modo de vida dos australianos. Só quis contar para vocês o que vi de mais inusitado durante o período que vivi por lá. Mas então, o que vocês acharam mais diferente? Alguém aqui já visitou alguma outra cidade, estado ou país e queira compartilhar o que considerou mais estranho? Eu adoraria saber mais nos comentários.

Um beijão e até a próxima.

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