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Au Pair nos EUA: Decidindo o intercâmbio

Olá, pessoal! Como vocês estão?

Já soltei alguns spoilers em posts anteriores falando de um possível intercâmbio para os Estados Unidos, estão lembrados? Acontece que esse sonho está se tornando mais real a cada dia e não preciso mais conjugar o verbo no futuro do pretérito!

Mas por que surgiu essa vontade de passar um período fora?

Quando você faz faculdade, muitas portas se abrem para você. Mas quando você faz faculdade e já sabe inglês fluentemente, muito mais oportunidades aparecem, inclusive o tão almejado Ciência sem Fronteiras, programa do governo federal que promove intercâmbio por 1 ano em países parceiros. Infelizmente, por já possuir mais de 90% do curso concluído, um dos requisitos para concorrer à bolsa de estudos, não pude me inscrever no programa. Isso me deixou muito triste, ainda mais quando via vários colegas de semestre passando temporadas em vários países diferentes aprendendo, aperfeiçoando a língua e experimentando coisas novas. Eu também queria isso para mim, mas como através do CsF não era possível, fui em busca de uma outra alternativa para poder vivenciar uma nova cultura.

Desde o ano passado ando pesquisando vários pacotes de intercâmbio para países que possuem o inglês como língua nativa. Depois de muitos orçamentos, conversas com agentes e análises de comentários em grupos do Facebook, estava decidida que iria para Irlanda, já que este destino possuía o melhor custo benefício para quem deseja adquirir fluência na língua. Um dos grandes problemas desse destino é o número elevado de ofertas de escolas de inglês que deixa qualquer aspirante a intercambista louco.  É tanta opção de escola, estrutura e pacote que uma planilha de 20×20 do excel não é capaz de te ajudar a ter uma visão mais organizada do negócio. Mas infelizmente, durante esse período de pesquisas, o euro chegou a uma cotação absurda, elevando o preço do intercâmbio para mais de 30 mil reais. Ou seja, o projeto do intercâmbio para a Irlanda foi para o brejo e voltei à estaca zero: pesquisar um destino ainda mais em conta.

Conversando com um amigo da minha irmã que já tinha feito intercâmbio para Irlanda, o assunto Au Pair veio à tona. Ele perguntou porque eu não havia pensando na possibilidade de me tornar Au Pair, já que era a forma mais barata de fazer intercâmbio para os Estados Unidos e de permanecer no país por um ano sendo possível estender para mais um. Eu já conhecia o programa mas não achava apropriado para mim. Cuidar de criança? Tô fora! Não tenho irmão mais novo, sou a caçula; não tenho primos pequenos e nenhuma amiga minha engravidou – ainda bem. Quer dizer, nunca tive contato com nenhuma criança, como poderia saber se seria capaz de cuidar e educar alguma delas? Mas a sementinha de um intercâmbio a 600 dólares já havia sido plantada na minha cabeça, bastava colocar na balança os prós e contras para decidir de vez se esse seria o programa apropriado para mim. Assisti a vários vídeos no Youtube, li diversos blogs de futuras, ex e atuais Au Pairs e me decidi: passaria 1 ano nos Estados Unidos sendo a irmã mais velha em uma família americana.

Depois de decidido o intercâmbio, fui em busca de agências de intercâmbio em Brasília que oferecessem o programa e cheguei as duas principais e mais conhecidas, CI e STB. Acabei fechando com a STB, pois essa agência se mostrou mais segura em relação a minha idade mais avançada, já que o programa se restringe à faixa etária de 18 a 26 anos.

Falei e falei sobre Au Pair, mas não expliquei quase nada do que se trata o programa, né? Aguardem o próximo post da série Au Pair nos EUA que tirarei todas as dúvidas de vocês e falarei sobre os pré-requisitos para você se tornar uma Big Sister! Até a próxima!

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postado por
Mariana
Gêmea mais nova e fissurada por jogos de tabuleiro. Amante das artes e fascinada por fazer as coisas com as próprias mãos. Se não consegue encontrar na loja o que deseja, vai lá e faz.
  1. Nicolle Por Deus 12/05/2015

    Minha história com o Ciências sem Fronteiras me parte o coração até hoje. Era sábado quando eu disse ao meu pai que tentaria fazer esse intercâmbio. Estávamos almoçando e deu até pra ver que a garganta dele se fechou enquanto engolia a comida, mas ele e a minha mãe sempre me apoiam em tudo o que eu faço, então nesse caso não seria diferente. Mamãe recebeu a notícia à noite e ela também pareceu ficar com o coração na mão, mas apoiou tanto quanto.

    Na segunda-feira descobri que meu curso não faz parte do programa. Fez no primeiro ano de CsF, mas não mais. Fiquei tão desapontada que nem sei explicar.

    Au Pair, hoje, é uma opção pra mim também. Pode ter certeza que vou acompanhar todos os seus posts sobre o assunto, Mariana, pois as dúvidas a respeito são muitas!

    • Mariana Brito respondeu Nicolle Por Deus 13/05/2015

      Olá, Nicolle. Sei como é isso. Eu estava tão disposta a concorrer ao CsF que tava até pensando em fazer outro vestibular para um curso diferente. Mas o único curso que me interessava era Artes, e esse já não faz parte do CsF. Aí fui atrás de várias bolsas, mas como já sou formada e não tenho inglês fluente, não consegui me candidatar. Coloquei na minha cabeça que precisava ter uma experiência fora do Brasil e fui atrás dos melhores programas para mim e foi assim que decidi pelo Au Pair. Me add no Facebook para gente conversar mais sobre isso! Até mais! https://www.facebook.com/mariana.brito.716195