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Oi, pessoal. Como vocês estão?

Depois de tanto tempo só fazendo ilustrações digitais, me bateu uma tremenda vontade de voltar para o tradicional — usar lápis, papel, borracha, aquarela e lápis de cor. No entanto, fui testar meus materiais antigos e descobri que muitos deles estavam estragados: as canetas nanquim estavam ressecadas e já não estavam funcionando mais. Por causa disso, resolvi repor minhas canetas e comprar outros materiais que ainda não tive a oportunidade de experimentar.

Passei dias pesquisando por sugestões de artistas e acabei chegando ao site JetPens, que foi a loja online de produtos artísticos mais recomendada por eles.

Após ler várias resenhas de produtos e pesquisar bastante, decidi comprar os itens abaixo:

Meus novos materiais artísticos

  1. Caneta-tinteiro Platinum Preppy Preta
  2. Nunca tive a chance de testar uma caneta-tinteiro em arte-final de ilustrações antes. Quando vi as resenhas positivas do modelo da Platinum, decidi comprar uma para mim e outra para a Mariana. Escolhi a de ponta 0.3, porque me parece ser adequada tanto para traços curtos quanto para compridos. Alguém já usou caneta-tinteiro em arte-final? O que achou?

  3. Haste para bico de pena Tachikawa
  4. Tachikawa é uma das marcas mais usadas por mangakás japoneses, principalmente quando se trata de bico de pena. Escolhi esse modelo de haste, porque ele se adapta a vários tipos e tamanhos de pontas. Assim que chegar, conto para vocês as minhas impressões.

  5. Caneta-naquim Deleter Neopiko Preta
  6. Eu conheço a Deleter por ser uma ótima marca de retículas, mas não sabia que ela também era famosa por suas canetas-nanquim. Ao ler resenhas afirmando a qualidade das canetas, principalmente em relação à pigmentação, decidi arriscar e comprei uma de numeração 0.2. Acho que a ponta 0.2 é bem versátil, porque a espessura fica boa em ilustrações pequenas e também nas grandes.

  7. Bico de pena Zebra G Model
  8. Esse é com certeza o modelo de bico de pena mais usado por quadrinistas japoneses. Escolhi o da Zebra por causa de sua excelente fama e porque sempre tive vontade de arte-finalizar com esse bico de pena. Na época em que eu fazia fanzines de mangá, sonhava em ter uma G Model, mas os tempos eram outros e não era fácil encontrar material artístico para comprar. Finalmente vou realizar meu sonho de infância. Espero que essa pena não me decepcione!

  9. Caneta Gel Pilot G-Tec-C Preta
  10. Descobri essa caneta da Pilot assistindo a um vídeo de lineart no Youtube (caso queiram ver o vídeo, cliquem aqui). Achei o traçado muito homogêneo e firme, características que dão muito estilo a ilustrações tradicionais.

  11. Caneta Uni-ball Signo Branca
  12. Esse modelo da Uni-ball é um dos mais usados para fazer detalhes brancos, principalmente brilhos na pele e nos cabelos. Todos que a usam falam da ótima cobertura e pigmentação. Estou ansiosa para testar!

  13. Cartucho para caneta-tinteiro Platinum Black Ink
  14. Já pensando no futuro, comprei essa caixa de cartuchos da Platinum para abastecer as caneta-tinteiros. Como o produto é importado e não é fácil de achar no Brasil, resolvi me prevenir e acabei comprando uma caixa com dez cartuchos. Acho que vão durar muito tempo/ol>

    Esses foram os novos materiais artísticos que comprei. Assim que chegarem, farei uma resenha mostrando para vocês como usar cada um deles.

    Vocês já usaram algum desses materiais? Estão curiosos para saber mais sobre algum deles? Nos deixe uma mensagem nos comentários!

    Até mais!

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postado por
Nayara

Futura escritora e a mais velha das gêmeas. Gosto de desenvolver projetos e compartilhar o processo criativo nesse cantinho que tanto amo. Afinal, melhor do que criar é mostrar que é possível fazer as coisas você mesmo.

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Olá, pessoal. Como vocês estão?

Logo quando iniciei os meus estudos de caligrafia, percebi a importância em adquirir materiais que fossem de boa qualidade, porque, até então, eu estava usando materiais pouco específicos e o resultado não estava ficando tão bom quanto eu esperava. Quando eu melhorei a qualidade dos meus recursos, a minha evolução foi mais rápida e minha caligrafia começou a me agradar mais.

Selecionei alguns materiais que eu testei ao longo desse tempo e alguns que me foram recomendados por amigos.

Bora lá?

materiais para brush lettering1// Pigma Brush Sakura

É um marcador maleável da marca Sakura facilmente encontrado em lojas de materiais artísticos. Ele tem um ótimo contraste de espessura do traçado,  o que deixa a caligrafia bem orgânica e bonita, e é ideal para áreas pequenas. Uso o meu marcador para escrever sobre ilustrações porque a ponta, mesmo pressionada, não cobre uma superfície muito grande. Esse é um material muito bom para quem quer começar na prática da caligrafia.

2// Copic Sketch

Eu não tenho nenhum marcador da Copic, mas já experimentei alguns e amigos já me recomendaram para caligrafia. Os trabalhos mais bonitos que eu vejo por aí são feitos com os brushs dessa marca e é bem nítido que a qualidade é superior — se consegue traços harmoniosos, cores homogêneas e bastante precisão no traçado. Eu já falei muitas maravilhas sobre essas canetas, que servem tanto para pintura como também para trabalhos caligráficos. Muito versátil, né?

3// Brush Sakura Koi

Esse pincel da Sakura tem um compartimento que pode ser preenchido com nanquim, água ou aquarela líquida. Ele possui uma ponta maleável, ideal para aquele efeito de diferença na espessura do traçado, e comporta uma boa quantidade de carga, o que evita ter que ficar repondo o compartimento a cada minuto. Quando usado com nanquim ou aquarela líquida, basta pressionar o corpo da caneta para que a tinta molhe a ponta do pincel e começar os trabalhos. Com água, é preciso pressionar o corpo da caneta e melar as cerdas na aquarela sólida para iniciar a trabalhar. Recomendo!

4// Pincel para caligrafia oriental

Eu adquiri um conjuntinho de pincéis para caligrafia na loja Daiso, assim como um frasco de nanquim para sumiê (arte caligráfica japonesa). Como eles são específicos para caligrafia, pensei que o trabalho ficaria uniforme, mas não foi o que aconteceu. Os pincéis perderam algumas cerdas nos primeiros usos por causa de uma cera que vem neles e ficaram arrepiados, fazendo com que os traços ficassem manchados e disformes — o que não foi de todo ruim. Utilizo esses pincéis quando quero fazer trabalhos mais rústicos e livres; sem muita preocupação com alinhamento, coerência e uniformidade.

5// Nanquim

É essencial ter um nanquim quando se tem interesse em trabalhar com caligrafia. Por ser mais barato que os outros materiais, é com ele que acabo praticando mais. Ter um pincel e um nanquim (o meu é da Daiso mesmo, mas a qualidade é muito boa para trabalhos caligráficos) já é suficiente para botar as mãos na massa.

6// Pincel

É importante, na hora de comprar, escolher um pincel que seja bem maleável, com cerdas macias. O que eu uso é da Raphael e eu gosto bastante. Com ele eu tenho muita precisão e consigo fazer trabalhos mais consistentes e harmoniosos. Utilizo principalmente com nanquim, aquarela e guache.

7// Aquarela

Assim como o nanquim, é muito importante ter uma aquarela de boa qualidade. Eu uso um estojo da Pentel, que é mais barata, para exercícios e rascunhos, e utilizo as bisnagas de aquarela da Winsor & Newton para trabalhos finais. Normalmente uso as aquarelas com o pincel da Raphael ou com o pincel da Sakura, previamente carregado com água no compartimento. Gosto demais de usar aquarelas nos meus trabalhos, principalmente quando quero fazer efeitos de degradê.

8// Papel para aquarela

Usar um papel específico para aquarela é muito importante para a tinta não vazar, escorrer ou enrugar a folha. Como o papel para aquarela aguenta muita carga e muitas vezes ainda tem acréscimo de algodão, ele acaba se tornando caro, e é por isso que o utilizo somente em trabalhos finais. Para praticar, uso papéis da Canson de gramatura acima de 200g/m².

9// Marcadores Crayola

Eu ainda não experimentei nenhum marcador da Crayola, mas eu sei que eles são os queridinhos dos artistas gringos. Por terem a ponta em forma de prisma, eles traçam riscos finos quando pressionada a ponta e traçam riscos grossos quando se usa uma das faces do prisma em contato com o papel. Com esse tipo de marcador, não é preciso pressioná-lo para fazer o contraste de espessura dos traços — a própria estrutura da ponta já é feita para esse fim. Não vejo a hora de experimentar uma dessas belezinhas e contar para vocês!

10// Marcadores Tombow

Há muitos anos comprei um conjunto de marcadores Tombow que acabaram ficando encostados no estúdio por muito tempo, porque não tinha me acostumado a usá-los. Com essa onda de caligrafia com pincéis, decidi tornar a usar os marcadores e ver se me adequava a eles, mas ao invés de usar para pintar, iria usar para escrever. Acabou que os marcadores se tornaram os meus favoritos, já que eu consigo ter uma boa precisão em traços finos e um contraste de espessura muito bom. No meu caso, a escrita com os marcadores da Tombow flui melhor do que com pincel normal ou com o brush de carga da Sakura, porque as cerdas são macias e eu tenho um bom controle com elas. Foi só quando eu usei os marcadores e vi a qualidade dos meus trabalhos com eles, que eu percebi que eu poderia seguir em frente com a caligrafia, porque até então, com os resultados ruins que eu vinha obtendo, havia pensado várias vezes em desistir.

11// Papel para marcadores

Não adianta nada ter um bom arsenal de marcadores, mas não ter um papel adequado para usá-los. Perdi pelo menos duas canetas por causa disso — elas ficaram ásperas e começaram a abrir as pontas, porque eu estava usando em papel de baixa qualidade. Depois que eu comecei a usar os marcadores no papel próprio, as cores ficaram mais bonitas, o traçado mais harmonioso e os contornos mais suaves. Indispensável caso você planeje trabalhar com marcadores.

E vocês, quais são os materiais que vocês mais usam? Dos que eu citei, qual o seu favorito? Espero que vocês tenham gostado do post de hoje e, caso haja alguma dúvida, nos deixe um comentário!

Até mais!

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Nayara

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